terça-feira, 20 de outubro de 2009

Alho com azeite de oliva

Resultados conhecidos:
  • Desaparecem as dores de articulações;
  • Limpeza das artérias devido a presença dos ácidos graxos insaturados do azeite;
  • Dissolve sangue pisado em derrame ocular, trombos.
  • Protege contra gripes e infecções;
  • Melhorar poder das cordas vocais;
  • Limpa pulmões.
Como preparar:
  • Um dente de alho para cada 20 quilos de peso.
  • Esmagar os dentes alho cru, e colocá-los dentro do azeite de Oliva extra-virgem (um ou duas colheres da sopa) por um prazo mínimo de 30 minutos.
  • Pode-se colocar a mistura no alimento habitual, ou em caldos quentes.
Como usar:
  • O tratamento é feito à noite, pois sobrevém uma sonolência e depois sono profundo e reparador.
  • Esse tratamento deve ser feito durante 4 meses seguidos.
  • Depois desse período descansa uma semana por cada mês.
  • Outros a serem complementados por aqueles que fizerem esse tratamento com fé.
  • Deve ser combinado com outros tipos de alimentos saudáveis.

domingo, 29 de junho de 2008

Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja

Os pilares da Fé Cristã
Jesus "escolheu 12 apóstolos para estarem com Ele e irem evangelizar" (Mc 3,14). A comunidade fixou mais as figuras de Pedro e Paulo, por serem como que uma síntese de tudo o que foi realizado no anúncio do Evangelho. Jesus é a pedra angular (Mt 21, 42). Se chamamos Pedro e Paulo de pilares é porque, em dois mundos diferentes, por caminhos diferentes, realizavam a mesma missão: formar a Igreja de Cristo nos povos.

Curiosamente Pedro é mais conhecido que Paulo. Por outro lado, Paulo é mais apreciado pelas palavras que nos deixou. Pedro era o homem simples, arrojado, cheio de toda gama de sentimentos. Paulo é o rabino, teólogo eloquente, criativo e corajoso. Pedro é popular porque sua vida é como a de muita gente, um homem do povo. Paulo é mais exigente intelectualmente, sendo mais próximo das pessoas de estudo. É mais fácil falar de Pedro.

São dois mundos mas a mesma missão. O prefácio da missa reza: "Ambos trabalharam, segundo a sua graça, para reunir a única família de Cristo".

No chamado concílio de Jerusalém, os apóstolos viram a situação pastoral e deram uma resposta ousada, são capazes de dividir a Igreja em dois mundos diferentes: de um lado os judeus com sua tradição, do outro os pagãos. Eles dividem o mundo. Por que tanta coragem? Não pregavam um rito, um punhado de palavras, mas Jesus que estava vivo e queria a todos vivos. Assim crescem dois galhos frondosos: os filhos de Israel e os vindos do paganismo, unidos pela única caridade e a mesma fé. Quanto falta faz a Igreja essa ousadia. Hoje brigamos para defender pequenas coisas, e o mundo continua sedento e faminto de Deus. Por conta nossa, buscam conforto e alimento em fontes tão insuficientes. Celebrar Pedro e Paulo, é mais que uma festa, é um desafio.

Dois mártires, o mesmo martírio
Pedro foi preso por Herodes que queria matá-lo depois da Páscoa. Foi libertado pelo Anjo. O senhor mandou seu anjo e o salvou das mãos de Herodes(At 12,1-11). Herodes agripa I (neto de Herodes do nascimento de Jesus) queria cortar a cabeça da Igreja nascente. O Anjo libertou Pedro. Paulo faz a mesma experiência da presença de Deus (1TM 4, 17), Pedro reconhece a perseguição na Comunidade (2 Pd 4,21).
A única missão dos dois apóstolos, anunciar Cristo, une-os no martírio de sangue, que foi expressão do testemunho e suas vidas: "Tu és Cristo, filho de Deus Vivo" (Mt 16,16), como professa Pedro; como professa Paulo: "Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé"(2Tm 4,7). Agora, "associados na glória, recebem a mesma veneração" e rogam por nós.

Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss. R.

domingo, 22 de junho de 2008

O criminoso sempre assina sua obra

Nada há de encoberto que não seja revelado. Com estas palavras Jesus nos deixou um grande ensinamento. Não adianta mentir, caluniar, ou encobertar os fatos, um dia virá à tona e a dor pode ser muito grande. Aprendi que custe o que custar, doa a quem doer, fique amarelo para não ficar rocho depois, mas fale a verdade. A verdade te impede de entrar em contradição, já a mentira o obriga a sempre inventar uma para encobrir outra e dentro de pouco tempo não engana mais ninguém.

O Evangelho de hoje, Mt 10, 26-33, nos chama atenção para este tema. Em um período de descobertas de fraudes e crimes sendo desvendados, os criminosos sempre deixam a assinatura nas suas obras. Aquele que pratica a iniquidade e semeia ódio, rancor, desavenças e a revolta colherá frutos da mesma natureza de sua semeadura.

domingo, 4 de maio de 2008

Ascensão do Senhor


A constatação que pode causar alguma perplexidade aos cristãos mais politizados é que Jesus, depois de sua ressurreição, não retomou suas atividades de antes nem implantou nenhum reino-partidário no mundo. Como herdeiros de sua missão e como Comunidade eclesial, devemos reinventar a missão, aprendendo a ler e compreender os sinais dos tempos. Na Ascensão do Senhor, não celebramos uma despedida, mas uma nova maneira de estar presente no mundo. Jesus, a partir de então, abre-nos definitivamente o futuro e torna-se, para nós, a cada momento presente, o Próximo.

Toda a nossa prática está colocada sob a proteção deste mesmo Espírito que será derramado, em Pentecostes, sobre a comunidade eclesial, inaugurando um novo tempo, o da Igreja no Espírito, uma igreja-testemunha do Ressuscitado até "os confins da terra". O teólogo e cardeal Urs von Balthasar escreveu: "A verdade da vida cristã é como o maná do deserto: não se pode deixá-la de lado para conservá-la; hoje está fresca, amanhá estará murcha. Uma verdade que só continua a ser transmitida, sem ser repensada a fundo, perdeu a sua força vital. O vaso que a contém, por exemplo, a língua, o mundo das imagens e conceitos, enche-se de pó, enferruja-se e esmigalha-se. Aquilo que é velho só permanece jovem se, com o vigor mais juvenil, é referido àquilo que é ainda mais antigo e, no entanto, sempre atual: a Revelação de Deus, o Emmanuel, o Deus conosco".

Não podemos jamais esquecer que a plenitude do Cristo se apresenta, a cada nova manhã, como o prisma de travessias e caminhos, e que a ela devemos nos entregar sempre de uma maneira renovada, pois "o Espírito sopra onde quer, Cristo dá aquilo que quer, e o Pai exige e toma como quer" (von Balthasar). Não temos de fazer propaganda de uma religião determinada, como se fôssemos marqueteiros do Céu e mascates de graças e carismas. A igreja conduzida pelo Espírito busca a santidade, e não é um mercado de ilusões.

É vital saber que anunciamos um acontecimento divino que a ninguém deixará impune: todos terão conhecimento Dele para afirmá-Lo, recusá-Lo ou negá-Lo. A Ascensão do Senhor é o prelúdio da missão da igreja, e nela somos chamados a viver imersos no seu mistério e na vocação à santidade, pois é a santidade do Pai, refletida historicamente em Jesus, comunicada ao mundo pela ação do Espírito e recebida na Comunidade, que realiza o amor fraterno.
Pe. Paulo Botas, mts

domingo, 27 de abril de 2008

Permaneça convosco o Espírito de Verdade!


Na força do Ressuscitado Os discípulos, depois da Ressurreição, começaram a anunciar Jesus com vigor e grandes resultados. O anúncio era seguido da ação do Espírito sobre as comunidades. É a realização da promessa de Jesus: "Se me amais, observareis os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito (defensor), para que convosco permaneça para sempre".(Jo, 14,15-16). Assim se desenvolve a igreja. Pedro estimula em sua carta a "estar pronto a dar razão da esperança a todo aquele que pede". (Pd 3, 15).

É o que vemos no diácono Filipe. O fogo do Espírito, que recebera pela imposiçào das mãos para "servir às mesas"no servir à grande mesa da Palavra. Repartia a Palavra anunciando Cristo ressuscitado.

A alegria da fé invadia a cidade de Samaria que acolhera o anúncio. Os apóstolos, como que em uma ação de toda a Igreja, fazem-se presentes e conferem o dom do Espírito pela imposição das mãos. A Igreja é sempre comunidade do Espírito, mas também organizada, desde que não sufoque o Espírito.


No amor do Ressuscitado De onde surge nos discípulos esse vigor apostólico? O amor a Cristo ressuscitado é a energia que os conduz. O amor é um sentimento gostoso, mas a observância do mandamento de Cristo: "Quem tem os meus mandamentos e os observa esse é que me ama". O amor a Cristo gera reciprocidade. "Quem me ama será amado por meu Pai".

Amor é união e, para Jesus, permanência. O Espírito permanece conosco (Jo 14, 17). Não só o Espírito, mas "nesse dia compreendereis que eu estou no Pai e vós em Mim e Eu em vós".(Jo 14,20).


Um detalhe curioso: quanto menos temos uma visão humana de Cristo, "pois o mundo não me verá", mais o veremos pelo amor: "Quem me ama... Eu o amarei e a ele me manifestarei". Não dispensa a condição humana da fé, mas o fundamental é o amor.
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

domingo, 13 de abril de 2008

DOMINGO DO BOM PASTOR


O Pastor de nossas almas caminha à nossa frente. Pelo amor que aprendemos da intimidade com Ele, podemos entrar no coração de Deus.

Vim para que tenham vida

As palavras de Jesus eram extremamente fáceis e iam direto ao coração. ele não veio para fazer discursos, mas para comunicar sua Vida, para que todos tivessem vida e vida em abundância. A alegria do Pai é que demos frutos a partir dessa selva de vida abundante à qual estamos unidos. A leitura do Evangelho de João sobre o pastor e as ovelhas(Jo 10, 1-10), neste tempo pascal, revela-nos que a Ressurreição abre para todos a porta segura para as pastagens, isto é, a vida nova do Reino. Essa vida nova é a intimidade com o Pastor, que de cordeiro ferido e sacrificado se faz Pastor do rebanho. Jesus conta uma parábola cheia de símbolos muito ricos para o povo de Deus. Jesus chama-se de Pastor num relacionamento de proximidade com as ovelhas. ele as conhece pelo nome e as conduz para fora. As ovelhas seguem-no, porque conhecem a sua voz. Notamos assim que a religião não é negócio com Deus, uma troca, mas um mútuo conhecimento e mútuo afeto. Esse relacionamento entre Pastor e ovelhas é o princípio da vida nova da Ressurreição.

Eu sou a porta

Jesus, tendo contado a parábola, percebe que seus ouvintes não a entenderam. Explica que ele é a porta das ovelhas. Não só é Aquele que conduz, mas é por Ele que devem passar: "Eu sou a porta das ovelhas". Jesus diz em outro lugar que devemos passar pela porta estreita, quer dizer que não há outro modo de chegar ao Reino celeste a não ser por meio dele. "Quem entrar por mim será salvo; entrará e sairá, e encontrará pastagem"(jo 10, 9) e também "Ninguém vai ao Pai senão por Mim".(Jo 14,6). Outros que se fizeram passar por Cristo destruíram, exploraram e mataram as ovelhas. Por isso, nossa responsabilidade de pastores com Cristo é conduzir para Ele e não para nós. Somente Ele tem a vida em abundância.
Pe Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

Sou Bom Pastor, ovelhas guardarei, não tenho outro ofício nem terei(Papa João Paulo II)

domingo, 6 de abril de 2008

Crucificado ou Ressuscitado, você escolhe...

Nos dias de hoje, parece até que a descrença que toma conta da maioria das pessoas, a ressureição de Cristo parece não ter muito significado mais. Pelo evangelho de Lucas 4, 13 - 35, a igreja chama atenção neste domingo para os dois discípulos que caminhavam rumo ao povoado de Emaús e que discutiam sobre o absurdo que tinha acontecido em Jerusalém, quando já fazia 3 dias que Jesus havia sido crucificado. Eis que o Cristo aparece, senta-se à mesa com eles e se revela a eles ao partir o pão, ratificando a importância da eucaristia.

Observando os dias de hoje, me pus a perguntar: Nos dias atuais, o Cristo está sendo crucificado ou ressuscitado? A conclusão que chego é que o Cristo tanto é crucificado como também é ressuscitado. Como? O Cristo está sendo constantemente crucificado naquele que defende a prática abortiva, naquele que se omite frente aos problemas sociais,naquele que nega o espírito cristão em suas pequenas atitudes. O Cristo está sendo crucificado na corrupção corrente e presente na mente de muitas pessoas, na imoralidade e naqueles que "acham" normal o uso de pílulas do dia seguinte, naqueles que acham que a igreja é retrógada por defender a vida, são inúmeros os casos de crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Por outro lado, o Cristo também ressuscita em diversas situações, a vida insiste em sobreviver apesar de tantas controvérsias. A celebração da Eucaristia é uma forma de ressuscitação, entretanto podemos ver também a ressureição em diversas atitudes humanas, naquele que mata a fome de quem quer que seja, nas obras fantásticas desenvolvidas pela Sociedade São Vicente de Paulo por todo o mundo, nas associações de Sopas para Pobres, nas gentilezas, nas generosidades e como há fórmulas de ressuscitar o Cristo.

Você, prezado leitor, escolhe: A Vida na Ressureição de Cristo Jesus ou a morte na Crucificação.